
A República Democrática do Congo (RDC) anunciou que aceitou a proposta de cessar-fogo apresentada por Angola, país que tem desempenhado um papel fundamental como mediador no conflito entre o governo congolês e o grupo rebelde 23 de Março (M23).
Angola propôs que o cessar-fogo entrasse em vigor a partir do dia 18 de fevereiro, estando a sua implementação condicionada a uma declaração pública de aceitação por ambas as partes envolvidas no conflito.
O Presidente da RDC, Felix Tshisekedi, declarou, por meio de um comunicado, que aceitou a proposta com o objetivo de promover uma solução pacífica para a crise, reiterando o seu compromisso com a estabilidade regional.
Por sua vez, o grupo rebelde M23 afirmou que ainda não foi oficialmente informado sobre a proposta angolana e destacou que continua comprometido com o mecanismo de monitorização do cessar-fogo mediado pelo Qatar, outro interveniente no processo de diálogo entre o governo congolês e o movimento rebelde.
O M23 acrescentou ainda que não foi convidado para participar nas negociações em Luanda e que desconhece os detalhes da iniciativa apresentada por Angola.



